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Sobre a história política da dinastia e a documentação dos reis, ver John Anthony Brinkman, Materials and Studies for Kassite History, volume 1, de 1976, a compilação padrão da área.
Sobre a língua e o material que sobrou dela, ver Kemal Balkan, Kassitenstudien 1: Die Sprache der Kassiten, de 1954, que reúne nome próprio, nome de divindade e o vocabulário de cavalo preservado em lista bilíngue.
Sobre origem, política e cultura do período num texto de síntese, ver Walter Sommerfeld, The Kassites of Ancient Mesopotamia: Origins, Politics and Culture, publicado em Civilizations of the Ancient Near East, de 1995.
Sobre os kudurrus, ver Susanne Paulus, Die babylonischen Kudurru Inschriften von der kassitischen bis zur frühneubabylonischen Zeit, de 2014, edição crítica do corpus inteiro.
Sobre a correspondência com o Egito, ver William Moran, The Amarna Letters, de 1992, com as cartas de Kadashman Enlil I e de Burna Buriash II traduzidas e comentadas.
Sobre o arquivo administrativo e a sociedade do período, ver Leonhard Sassmannshausen, Beiträge zur Verwaltung und Gesellschaft Babyloniens in der Kassitenzeit, de 2001, montado sobre as tabuinhas de Nipur.
Sobre a capital nova, ver os relatórios de Taha Baqir sobre as escavações do governo iraquiano em Aqar Quf, publicados na revista Iraq na primeira metade dos anos 1940.
Sobre a ideia de uma corrente de tradição escrita que atravessa os séculos na Mesopotâmia, ver A. Leo Oppenheim, Ancient Mesopotamia: Portrait of a Dead Civilization, de 1964.
Para ver de perto, o Museu do Louvre expõe kudurrus cassitas que os elamitas levaram para Susa, no mesmo carregamento do código de Hamurábi, achados pela missão francesa a partir de 1901.
Vale o aviso de cronologia. As datas de 1595 e de 1155 a.C. seguem a cronologia média, que é convenção de trabalho, e existem propostas alta e baixa que deslocam tudo em décadas.
Vale outro aviso de fonte. Parte do que se atribui aos primeiros reis cassitas vem de cópia feita mil anos depois, como a inscrição de Agum kakrime, e a autenticidade do texto é discutida.
Vale um aviso final de contagem. O número de palavras cassitas conhecidas muda conforme o autor, porque quase todo o material é nome próprio, e nome próprio nem sempre entrega o significado.
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